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Google Search Console: Guia Definitivo Para Proprietários de Sites

O Google – a mais famosa plataforma de pesquisa na Internet, possui robôs que leem, avaliam e ranqueiam todos os sites. O objetivo é levar aos usuários os materiais mais relevantes, dentro do assunto que estão pesquisando.

Na outra ponta, o Google fornece uma poderosa ferramenta para ajudar os donos de site (webmasters) a otimizar ao máximo seu conteúdo para os mecanismos de pesquisa, tornando-o mais relevante. Essa ferramenta é o Google Webmasters, ou melhor, o Google Search Console, que não para de se transformar.

Nós ousamos fazer o que poucos fizeram. Neste artigo, desvendamos tanto o antigo quanto o novo Google Search Console, para mostrar o que ele pode oferecer para melhorar seu site, seja ele um blog, um site corporativo ou uma loja virtual.

Note que este guia é expansível. As sugestões e contribuições dos nossos leitores são bem-vindas. Até porque nós certamente não abordamos todos os aspectos dessa ferramenta incrível.

Em todo caso, faremos o possível para manter este artigo atualizado, conforme as mudanças promovidas pelo próprio Google. Boa leitura.

O que é o Webmaster Tools/Search Console?

Tudo começou em 2005 com o Google Sitemaps, criado para manter o Google sempre atualizado sobre o volume de criação de páginas na Internet e aumentar a quantidade de páginas vasculhadas pelos seus robôs de busca. Em 2006, o Sitemaps foi renomeado e passou a se chamar Google Webmaster Tools (GWT).

Já em 2015, este passou por uma nova mudança, onde começou a ser chamado Google Search Console (GSC). Em 2018, o Google lançou oficialmente a versão beta do novo Search Console.

O GWT se tornou GSC para ampliar o propósito do serviço. Antes, com webmaster (do inglês: mestre da web) no nome, ficava muito voltado somente para os usuários. Search Console veio para reposicionar o serviço como uma poderosa ferramenta para todos os interessados em buscas, mesmo quem não tem um site próprio, como profissionais de mídia digital de agências, por exemplo.

Assim, o GSC se torna essencial para todos os usuários possuidores ou gerenciadores de site, blog ou e-commerce e também para todos os interessados em dados de busca pois é uma central ampla de ferramentas e relatórios de site.

Dominar o GSC permite que você monitore seu site e trace estratégias mais eficientes para sua evolução, ajudando a qualificar mais seu conteúdo, implementar técnicas SEO, corrigir problemas, aumentar o seu tráfego e muito mais, ao mesmo tempo.

4 princípios das ferramentas Webmasters do Google

O Search Console funciona como um sistema de alerta para webmaster. Ele monitora seu site e informa sobre erros de indexação das páginas pelo Google, ataques de hackers ou malwares, melhorias nas tags e demais itens do HTML e os índices de tráfego .


Na antiga versão, ele funciona a partir de 4 ferramentas webmaster básicas:

  • Search Appearance: como os robôs do Google decodificam cada parte das páginas indexadas – títulos, descrições, imagens, etc.
  • Search Traffic: quais buscas as pessoas fazem no Google que as levam (ou não) ao seu site é a principal função deste relatório.
  • Google Index: como está a performance dos robôs do Google na hora de indexar as páginas do seu site e identificar as palavras-chave mais recorrentes
  • Crawl: quais problemas o Google enfrenta ao vasculhar as páginas do seu site para encontrar conteúdo relevante.

Como adicionar e verificar um site

O primeiro passo de tudo é você ter uma conta Gmail. Logado, acesse o site do Search Console.

Clique em Start Now. Você verá uma página com duas opções de adicionar uma propriedade. Escolha a opção URL Prefix, digite o URL do seu site e clique em Continue.

Você vai ver que existem várias formas de verificar seu site. A página já vai abrir na opção HTML File, mas vamos escolher a segunda opção da lista, HTML Tag. Ao clicar nessa opção, você vai ver que eles te fornecem um código HTML. Todo o seu trabalho será copiar esse código (CTRL C + CTRL V) e colá-lo no HTML da home do seu site.

Agora onde achar essa página HTML no seu site? Bem, cada plataforma de site tem a sua.

Mas não é nada difícil. Se tiver dificuldades em achar, basta dar um google que você vai achar o caminho das pedras. Aqui vamos trabalhar com o WordPress, que é o que a maioria dos usuários têm.

Nas Configurações do seu site WordPress, clique em Configurações >> Ferramentas >> Marketing >> Tráfego. Em seguida, role a página para baixo até chegar na seção Serviços de Verificação do Site. Na caixa com o nome do Google, cole o código HTML que você havia copiado e clique em Salvar Configurações.

Você está quase no fim. Agora volte para a página do Search Console e clique em Verify.

Pronto! Sua conta está criada. Agora basta esperar alguns dias até que eles processem todos os dados relacionados ao seu site.

Como dissemos, cada plataforma tem um caminho para chegar ao HTML do site. No Wix, por exemplo, você precisa ir em Editor, clicar em Site. Em seguida, em Gerenciar Site e, por fim, selecionar SEO para adicionar um código de cabeçalho ao seu site.

Antiga versão X nova versão do Google Search Console

Um vez que você estiver no painel central do GSC, você poderá perceber no canto inferior esquerdo da tela a opção Ir para a versão antiga. Isso porque a migração para a nova plataforma ainda está sendo processada.

Embora ainda haja muitos usuários da versão antiga, a tendência natural é que o Google vá estimulando a migração para a nova plataforma, como já está acontecendo.

Por isso, traçaremos um breve panorama de todas as opções interessantes da versão antiga, em seguida, vamos abordar as principais mudanças e, por fim, falaremos com mais detalhes da nova versão.

Antiga versão

Atualmente, de cara, o painel da antiga versão do Search Console já mostra que muita coisa já migrou para a nova versão. Os quadros de erros de rastreamento, search analytics e sitemaps exibidos no painel convidam a acessar o novo relatório do SC, por exemplo. Ainda assim, o menu da antiga versão era dividido em:

Aspectos de pesquisa (Search Appearance)

Os dados desta seção mostram de que forma o Google está interpretando cada uma das partes das suas páginas. Títulos, descrições, imagens, meta-tags etc. Clicando no ícone i (de informações) ao lado do nome Aspectos da Pesquisa, você vai ver um quadro explicativo dos termos usados pelo Google e sugestões de como melhorar o desempenho do seu site no Search Console. Você também pode clicar em cada item para obter mais informações, conforme imagens abaixo:

Aqui nós clicamos em título, por exemplo:

Para organizar as informações mais didaticamente, a seção Aspectos da Pesquisa está subdividida nos seguintes itens:

  • Dados estruturados: tudo que você coloca para organizar seu conteúdo no site são microdados: nome do autor, data de publicação, títulos, imagens. Se houver algum erro no HTML das suas páginas, é aqui que vai aparecer. Atualmente, quem acessa essa seção na versão antiga é redirecionado para seu correspondente na nova versão do Search Console. Falamos mais sobre isso lá na frente.

Rich cards: (do inglês, cartões ricos) é uma evolução da estruturação dos seus dados, otimizando-os para que eles apareçam em formato de cartões em carrossel em dispositivos móveis, o que é mais atraente para que o usuário clique e considere seu site.

Marcador de dados: de forma manual, você configura os dados que compõem o seu site, para facilitar e até “ensinar” os robôs do Google a encontrarem as informações que vão destacar você na pesquisa. O uso desse recurso para marcar páginas ou grupo de páginas é simples e não precisa manjar de HTML. Basta ir marcando as palavras com um marca-texto e selecionar as categorias.

  • Melhorias de HTML: esse é um dos recursos extintos na nova versão. A título de curiosidade, ele apresentava alguns pontos de melhoria como indicar se suas meta-tags estavam grandes ou curtas demais. Hoje, os algoritmos do Google já estão mais avançados em mostrar e melhorar títulos.
  • Páginas aceleradas para dispositivos móveis: essa subseção é autoexplicativa. Ele ajuda você a otimizar seu site para ficarem mais rápidos e adequados às telas de tablets e smartphones. Com a atualização, esse recurso também só é acessado na versão nova.

Tráfego de pesquisa (Search Traffic)

No geral, nesta seção, o Google fornece dados para você descobrir e melhorar a popularidade do seu site, a forma mais efetiva de ganhar relevância no país do seu interesse e as suas páginas não-otimizadas para dispositivos móveis. As subseções são:

  • Search Analytics (Consultas de pesquisa): De acordo com SAJ ADV – Software Jurídico, este este é um dos mais importantes recursos, entender como as pessoas chegam no seu site pode fazer toda a diferença na sua estratégia conteúdo. São relatórios com esse dados que o Google fornece nessa subseção. Aliás, fornecia, porque agora o webmaster é direcionado para a nova plataforma, onde o Search Analytics recebeu o nome de relatório de desempenho.
  • Links para seu site (Links to your site):  um dos grandes medidores do seu sucesso é a quantidade de recomendações que outros site fazem do seu conteúdo. Para descobrir que site linkam para o seu, você também será redirecionado para o novo Search Console.
  • Links internos (Internal links): quanto mais links internos você tiver, mas os algoritmos do Google vão entender que seu conteúdo é aprofundado e relevante. Uma boa estratégia para melhorar isso são as páginas relacionadas ou aquele carrossel no final de cada texto dizendo “você vai gostar de ler também”. Como este recurso também migrou para o novo Console, vamos abordá-lo mais à frente.
  • Ações manuais (Manual actions): se seu site sofreu ação de algum hacker ou mesmo se você estiver infringindo termos, o Google pode destacar alguém da própria equipe para resolver a questão. Por isso, o nome dessa subseção, que também migrou para a nova versão, é Ação Manual.   
  • Segmentação internacional (Targeting International): se seu site for .com , mas sua área de atuação é no Brasil, aqui você pode adicionar um elemento geográfico para facilitar que os usuários somente deste país possam encontrar seu site mais rapidamente. Se seu site for .com.br, ele obviamente já está voltado para o público do Brasil.  
  • Facilidade de uso em dispositivos móveis (Mobile Usability): essa ferramenta identifica se as páginas do seu conteúdo contém erros ao serem exibidas em dispositivos móveis. Entretanto, ela não mostra como sua página está. No novo Search Console, isso já é possível fazendo o Mobile-Friendly Test.

Índice do Google (Google Index)

  • Status do índice (Index Status): aqui você pode saber quantas páginas do seu site estão indexadas pelo Google e se ele está encontrando dificuldades de chegar ao seu conteúdo. Essa ferramenta também só está disponível a partir do novo SC.
  • Recursos bloqueados: essa funcionalidade foi adicionada para ajudar os sites com desbloqueio de arquivos CSS e JavaScript para compatibilidade com dispositivos móveis. Com os avanços dos últimos anos, a ferramenta ficou obsoleta. Ainda, assim, explicaremos como obter acesso a recursos bloqueados no novo Console.  
  • Remover URLs: aqui você pode, temporariamente, remover páginas que estão desatualizadas ou cujo conteúdo esteja ainda inacabado para que os robôs do Google não possam achá-las e, por consequência, não as exibam na pesquisa.

Rastreamento (Crawl)

Erros de rastreamento (Crawl Errors): aqui são avisados erros como os de página não encontrada (o famigerado erro 404), erros no servidor (erro 500) e páginas que precisam de autorização, cujo acesso se encontra negado. Essa funcionalidade só existe agora no novo Search Console. Estatísticas de rastreamento (Crawl Stats): essa funcionalidade mostra o desempenho dos robôs do Google para encontrar e ler as informações do seu site. Assim, você pode se planejar para melhorar o tempo de processamento dos dados do seu site, para que os robôs o localizem cada vez mais depressa.

  • Buscar como o Google (Fetch as Google): imagine que você acabou de corrigir um erro em uma de suas páginas. Como testar se ela está do jeito que você queria. Com esta funcionalidade, você consegue ver sua página como os robôs do Google a “enxergam”. Ela também faz parte da nova plataforma do Search Console.
  • Testar Robots.txt: caso tenha uma ou mais páginas no seu site que você não quer que sejam indexadas pelo Google, você pode usar essa ferramenta para indicar aos robôs o que NÃO deverá ser exibido nas pesquisas de busca.
  • Sitemaps: nesse menu você identifica falhas na indexação de páginas e imagens, além de enviar novos mapas do seu site. Isso ajuda a otimizar o SEO e gera percepção de profissionalismo para seu site.
  • Parâmetros de URL (URL Parameters): essa funcionalidade avançada pode ajudar lojas virtuais a mostrar diferentes resultados dependendo de certos parâmetros, como cor, faixa de preço. No entanto, o próprio Google pede cautela no uso dessa ferramenta, pois ela pode tornar algumas páginas invisíveis, se você não souber usá-la.

Problemas de segurança (Security issues)

Como o nome já diz, nesta seção, você ficará sabendo de problemas graves no seu site e, conforme você os resolva, aqui também poderá solicitar a reindexação da página.

Web Tools (Ferramentas Web)

Clicando nessa seção, você é levado para um painel integrado de ferramentas de web do Search Console.

Nesse painel, você vai encontrar:

  • Relatório de experiência com anúncios: mostra se seu site oferece uma experiência inconveniente de anúncios para o seu usuário, de acordo com o parâmetros do Better Ads Standards. Há uma subdivisão com foco em anúncio para computador e para celular.
  • Experiências ofensivas: se as experiências com anúncios do seu site estiverem ok, o seu status nesta funcionalidade será Aprovado. Caso haja alguma violação, você será sinalizado.
  • Ferramentas de teste: como o nome já diz, aqui o Console oferece alguns recursos para você testar a otimização do seu site. Elas são, basicamente, três: ferramentas de teste de dados, assistente de marcação de dados estruturados e email markup tester.
  • Outros recursos: nesta aba, você tem acesso a todos os demais recursos que o Google oferece para melhorar sua performance nos resultados de busca, além de conhecimentos complementares, como: Google Meu Negócio, Google Merchant Center, PageSpeed Insights, Pesquisa Personalizada, Domínios do Google, Academia de Webmasters, Google Ads e Google Analytics.

Nova versão do Search Console

No momento, as duas versões funcionam de forma integrada. Dito isso, não é necessário fazer uma mesma solicitação nas duas plataformas, pois uma compartilha todas as informações com a outra.

No entanto, como dissemos anteriormente, o processo de migração do velho para o novo Search Console continua em andamento até que o velho seja extinto.

O fato é que o Google repensou todas as funcionalidades. Algumas ele agregou numa só função. Algumas, ele extinguiu. Outras, no entanto, continuam disponíveis apenas na versão antiga.

O esforço é sempre pelo mesmo objetivo: oferecer praticidade e clareza de dados para os webmasters melhorarem seus sites.

Mudanças gerais

As principais melhorias apresentadas na plataforma mais moderna do Search Console são:

  • Relatórios de pesquisa e tráfego relacionados a 16 meses. No antigo GSC, era de apenas 3 meses.
  • Dados detalhados referentes a uma página específica (cobertura de índice, URL canônico, usabilidade em dispositivos móveis e muito mais)
  • Rastreamento que permite acompanhar, consertar e solicitar um novo rastreamento.
  • Relatórios e ferramentas novos

Funcionalidades da nova versão

Visão Geral (Overview)

Aqui o dono de site tem acesso a um painel geral com gráficos de desempenho, cobertura e melhorias do tipo AMP e Facilidade de uso em dispositivos móveis. A partir desse painel você pode clicar em Abrir Relatório, para ver dados de cada um desses três temas.

Desempenho (Performance)

Aqui você vê como seu tráfego muda com o passar do tempo, sua origem e quais tipos de consulta tem mais possibilidade de exibir seu site. Além disso, você tem acesso às consultas que são feitas a partir de smartphones, o que permite aprimorar sua segmentação.

Você pode também configurar seu relatório quanto a métricas (por cliques, impressões, CTR, posição média e posição), dimensões e filtros (por consultas, páginas, países, dispositivos, tipos de pesquisa e aspecto da pesquisa). Tudo apenas clicando em cima dos respectivos nomes em cada parte do relatório de desempenho.
No lugar de oferecer dados de apenas 3 meses da antiga versão, a nova gera relatórios de desempenho considerando até 16 meses. Você pode ler mais sobre desempenho aqui.

Inspeção de URL (URL Inspection)

Aqui você descobre a forma como sua página é exibida no índice do Google. Também pode identificar problemas no seu site e resolvê-los.

É possível inspecionar um URL ativo ou indexado, solicitar indexação de um URL, acessar uma versão renderizada da página ou a lista de recursos carregadas, saída de Javascript e outras informações.
Você pode ter acesso também a uma lista de recursos bloqueados para URLs individuais através dessa ferramenta. Você pode saber mais sobre todas as possibilidades dessa ferramenta neste artigo do Google.

Índice (Index)

Esta seção agora engloba duas importantes funcionalidades.

  • Cobertura (coverage): esse relatório revela como está a indexação de todos os URLs que os robôs do Google leram ou tentaram ler no seu site. Aqui você pode verificar a contagem das suas páginas, a quantidade de erros de indexação, quedas no total de páginas sem erros correspondentes e URLs removidos. Sobre esse relatório, você pode ler mais aqui.
  • Sitemaps: da antiga para a nova versão, houve um aprimoramento desse relatório. O teste, por exemplo, agora é feito somente após envio de sitemap pelo webmaster. Para quem tem um site pequeno (até 100 páginas), é mais vantajoso solicitar a indexação apenas da home. O Google também disponibiliza um artigo sobre relatório de sitemaps.

Melhorias

Facilidade de uso em dispositivos móveis: um gráfico apresenta a quantidade de páginas válidas ou com erros, a partir da seleção. Na caixa de seleção Impressões, é possível você ver quantas impressões de páginas do seu site foram geradas a partir de smartphones. Este artigo do Google traz mais informações.

AMP: essa ferramenta ajuda você a compreender quais páginas do seu site são aceleradas para dispositivos móveis e quais contém algum erro. O gráfico também contém avisos, os quais não devem ser vistos como erros, mas como recomendações. A partir deste artigo do Google, você obtém mais informações.

Segurança e Ações Manuais

Ações Manuais (Manual Actions): esta funcionalidade continua com o mesmo objetivo da sua correspondente na versão antiga: o de mostrar se alguma pessoa da equipe do Google precisou manualmente interferir no seu site, por motivo de violação das diretrizes de qualidade para webmasters do Google. Saiba mais neste artigo.

Problemas de Segurança (Security Issues): esse relatório aponta falhas de segurança na sua propriedade, como atividades maliciosas ou ações de hackers.

Links

Esta seção substituiu os antigos Links para o seu site e Links internos. Apesar disso, é neste relatório que você continua conferindo quem faz mais links para você e as principais vinculações para suas páginas. No entanto, o número de contagem de links ficou mais fidedigno, e a ferramenta ficou bem mais otimizada.

Recursos existentes somente na antiga versão

Algumas funcionalidades, porém, continuam disponíveis somente na versão antiga do Search Console. São elas:

  • páginas rastreadas por dia, download em KB por dia, tempos de download de página
  • gerenciamento de parâmetros de URL na Pesquisa Google
  • testes do robots.txt
  • recurso Marcador de dados
  • recurso de Alteração de endereço
  • acesso e gerenciamento de mensagens
  • integração do seu site no Search Console com um outro do Analytics
  • rejeição de links
  • configuração do domínio de sua preferência
  • supressão de conteúdo desatualizado do índice

Conclusão

Neste artigo, vimos que:

  • O Google Search Console possui funcionalidades incríveis para melhorar a posição do seu site nas listas de pesquisa do Google.
  • A ferramenta está em constante evolução, com foco no que é mais essencial e funcional para os donos de site.
  • A versão antiga do Search Console ainda é muito usada, mas pouco a pouco, está sendo substituída pelos relatórios da nova, que são mais práticos, integrados e otimizados.
  • A versão nova do Search Console extinguiu algumas funcionalidades que, com os avanços dos últimos anos, foram ficando obsoletas.

Você já usa o Search Console? Gosta mais da nova versão ou da antiga? Compartilhe sua experiência ou dúvida deixando seu comentário. Até a próxima.

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